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Iguale estará na "Feira Muito Especial" no Rio de Janeiro

A 2° Feira Muito Especial de Tecnologia Assistiva e Inclusão Social das Pessoas com Deficiência do Rio de Janeiro será realizada pelo Instituto Muito Especial com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia. O evento visa reunir e expor invenções e novidades tecnológicas que facilitam a vida das pessoas com deficiência e contribuem para a ampla inclusão social.

A Feira será realizada de 23 a 26 de agosto de 2010, no Centro de Convenções SulAmérica.

Na abertura da feira haverá show do sambista Gabrielzinho do Irajá com participação do cantor e compositor Diogo Nogueira!

A Iguale estará com um estande lá. Venha tomar um café conosco!

Durante a feira estará acontecendo o 3º Congresso Muito Especial de Tecnologia Assistiva e Inclusão Social das Pessoas com Deficiência do Rio de Janeiro. O evento visa reforçar a importância do tema e apresentar as inovações na área de Tecnologia Assistiva, além de debater sobre as novas possibilidades que facilitam e contribuem para a inclusão social da pessoa com deficiência.

Local:
Centro de Convenções Sulamérica - Av. Paulo de Frontin, 01 (esquina com a Av. Presidente Vargas - próximo a estação de metrô Estácio) - Cidade Nova, Rio de Janeiro - RJ.


Para saber mais sobre os eventos, clique no link abaixo:


Link: Clique aqui para ver a matéria original

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Fundação Dorina apresenta livros digitais acessíveis aos deficientes visuais durante a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Pioneira no desenvolvimento de livros digitais em língua portuguesa, a Fundação Dorina Nowill para Cegos apresenta aos editores, durante a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o mais moderno processo de transcrição e produção de livros digitais acessíveis no formato DAISY. Já são mais de 30 mil exemplares, neste formato, distribuídos pela instituição aos deficientes visuais.

Adotado recentemente pelo Ministério da Educação como um dos formatos para livros aprovados no PNBE – Programa Nacional de Biblioteca na Escola e PNLD – Programa Nacional do Livro Didático, o DAISY é reconhecido internacionalmente como o que há de mais moderno em acessibilidade de leitura.

Nos últimos anos a evolução dos formatos disponíveis para produção dos livros digitais vem acelerando de forma progressiva e consistente a transição do livro em tinta para sua versão digital. Para que todas as pessoas – com e sem deficiência – possam acessá-la é fundamental disponibilizar informações de forma inclusiva, principal característica dos livros produzidos em Daisy.

O formato Daisy é uma ferramenta de leitura digital que permite à pessoa cega ou com visão subnormal acesso à leitura de forma rápida e estruturada. O usuário pode visualizar o conteúdo do texto em vários níveis de ampliação e ouvir a sua gravação em uma voz sintetizada de forma simultânea. A ferramenta possui mecanismos de busca por palavras, notas de rodapé opcional, marcadores de texto, soletração, leitura integral de abreviaturas e de siglas, além de emitir a pronúncia correta de palavras estrangeiras.

A Fundação Dorina Nowill para Cegos há mais de três anos desenvolve livros digitais acessíveis no formato Daisy, seguindo rigorosamente o protocolo definido pelo Consórcio Mundial DAISY, que inclui desde a conversão de arquivos em qualquer formato até a produção do livro Daisy com áudio e texto completo.

Além do processo de produção de livros digitais acessíveis, a instituição desenvolveu também um leitor de livros neste formato, o DDReader, para integração total com os arquivos no formato Daisy, que permite ajustes de preferências e interfaces personalizadas em três línguas: português, inglês e espanhol. Entre os principais recursos do DDReader estão um tutorial incorporado ao aplicativo, acesso a todos os comandos pelo teclado, eco de comandos em voz sintetizada e histórico de leitura de livros. O aplicativo está disponível para download gratuito no site: www.fundacaodorina.org.br/ddreader.

“Esta é uma forma de avançar na questão da acessibilidade com soluções de baixo custo para países em crescimento”, comenta Alfredo Weiszflog, diretor-presidente voluntário da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

Desta maneira, fica claro que o livro digital acessível no formato Daisy viabiliza a produção de livros que sejam ao mesmo tempo produtos para o mercado em geral e que contenham todos os recursos de acessibilidade exigidos pelos leitores com deficiência visual. Em uma sociedade em que as pessoas com deficiência ainda sofrem com a exclusão, esta ferramenta possibilita que mais informações sejam disponibilizadas de forma acessível para todos.

“A experiência da Fundação Dorina na produção de livros digitais acessíveis no formato Daisy para as pessoas cegas e com baixa visão pode servir para atender com agilidade as editoras interessadas independente da quantidade de títulos de seu catálogo”, constata Pedro Milliet, desenvolvedor dos livros em formato Daisy da Fundação Dorina Nowill para Cegos.


Serviço aos editores
Fundação Dorina Nowill para Cegos
www.fundacaodorina.org.br
comercial@fundacaodorina.org.br
11 5087-0980

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Televisão tem um ano para adotar audiodescrição

Deficientes visuais serão beneficiados com o recurso que será inserido em programas televisivos
Brasília - Começou nesta quinta-feira, 1º de julho, o prazo de 12 meses para que as emissoras de televisão digital incluam em suas transmissões pelo menos duas horas semanais de programação com audiodescrição. O consultor jurídico do Ministério das Comunicações, Édio Azevedo, explica que a audiodescrição é um recurso que permite que as pessoas com deficiência visual possam assistir e entender melhor os programas da televisão. “Nosso objetivo é incentivar a produção audiovisual que favoreça a inclusão social dessas pessoas, fortalecendo o direito universal à comunicação e à informação”, ressalta.

Segundo Azevedo, a expectativa é que, em julho de 2011, as principais emissoras possam contar com uma quantidade maior de horas do que as duas definidas na legislação. “Nós estabelecemos um mínimo, mas a perspectiva é que as próprias emissoras desenvolvam uma cultura de produzir conteúdos acessíveis, à medida que as tecnologias estejam disponíveis”.

A meta do governo é que, em dez anos, todas as emissoras geradoras e retransmissoras de radiodifusão em sinal digital do Brasil exibam, no mínimo, 20 horas semanais de programas audiodescritos - quase o dobro do que determina a legislação da Inglaterra, país referência em diversos aspectos de acessibilidade.

Édio Azevedo destaca que a iniciativa está em conformidade com o Plano Nacional de Direitos Humanos da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. Segundo ele, já há, no Brasil, alguns casos de utilização de audiodescrição, não apenas em serviços de radiodifusão, mas também em filmes, peças teatrais e demais produtos audiovisuais, mas isso ainda não ocorre de forma sistemática e regular.

“Devemos lembrar que, além do forte componente de responsabilidade social que existe na produção de conteúdos acessíveis, há também um aspecto econômico. As indústrias estão começando a descobrir a potencialidade destes cidadãos enquanto consumidores de produtos audiovisuais”, afirma o consultor jurídico.

Sobre o recurso
A audiodescrição é uma modalidade de tradução que tem como objetivo ajudar pessoas com deficiência visual a compreender melhor o conteúdo exibido. Consiste na descrição de informações visuais como expressões faciais, figurinos ou efeitos visuais. São utilizadas diferentes técnicas, dependendo do tipo de produto que se deseja descrever, que pode ser uma peça de teatro, um filme ou uma série televisiva.

A audiodescrição não é uma novidade. Desde 2003, o recurso tem sido oferecido em todos os filmes do Festival Assim Vivemos, realizado bienalmente no Rio de Janeiro e em Brasília. As irmãs Graciela e Lara Pozzobon, da Lavoro Produções Artísticas, fazem os roteiros e as audiodescrições e oferecem uma opção de áudio aos deficientes visuais por fones de ouvido.

Lara conta que, na época em que começaram, não encontraram muita informação sobre audiodescrição, então desenvolveram técnicas a partir de conversas com os cegos após as exibições dos filmes. Atualmente, Graciela ministra cursos para formar novos audiodescritores. O objetivo é formar uma rede de profissionais para atender à crescente demanda, principalmente com o aumento de emissoras digitais no Brasil.

Na televisão, as emissoras que já transmitem em formato digital têm um ano para fornecer no mínimo duas horas de programação audiodescrita. O recurso estará disponível em um canal de áudio exclusivo, geralmente acionado pela tecla SAP (Programa Secundário de Áudio). As informações visuais são inseridas entre os intervalos do áudio, com o cuidado de não sobrepor diálogos ou ruídos importantes para a compreensão da narrativa.

Fonte: MiniCom
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